É sempre bom
reviver as tradições do passado. Ainda mais quando o futuro é incerto. Afinal, pode ser que o mundo
não acabe em 2012, ou seja, que as previsões maias acabem, sim, em pizza.
Aliás, falando nisso...
A pizza é uma das iguarias mais antigas do mundo.
Alguns estudiosos apontam que foram os egípcios antigos os primeiros a misturar
água com farinha, formando a consagrada base do prato. Outros afirmam, contudo,
que foram os gregos a realizar esta façanha. O fato é que, apesar de
tipicamente italiana, a pizza sofreu influência de babilônios, hebreus,
fenícios, turcos, muçulmanos e outros povos.
Há mais de 5000 mil anos atrás, por exemplo, a pizza
era conhecida como “pão de Abraão” e, durante a Idade Média, por causa da
expansão das Cruzadas, chegou à Itália pelo porto de Nápoles. Foi nesta região,
ao sul do país, que a pizza tomou forma e recebeu os temperos que, até hoje,
são usados.
Foi através dos imigrantes italianos que a pizza chegou
ao Brasil, e hoje pode ser encontrada, facilmente, na
maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser
encontrada em meio à colônia italiana, mas, já em 1985, passou-se a comemorar,
no Brasil, o dia da pizza em 10 de julho. Especialmente, na cidade brasileira
de São Paulo, que tem uma grande colônia italiana, o consumo de pizzas é grande
e sofisticado, com o ato de reunir-se numa pizzaria sendo, frequentemente,
significado de celebração e acordo.
Em 1982, foi fundada, em Napóles, na Itália, a
Associação da Verdadeira Pizza Napolitana, com a missão de promover a culinária
e a tradição da pizza napolitana. Com estatuto preciso, a Associação normatiza
as suas principais características da receita, contra a “miscigenação”
cultural, que ela sofre. Além da pizza, outra tradição que orgulha os
napolitanos é tarantela.
A tarantela é uma dança popular de
composição musical simples, caracterizada pela troca rápida de casais, mas
também pode ser dançada em pares. Como única restrição, diz-se que dançar a “tarantela”
sozinho(a) traz má sorte.
Natural da região sul da Itália,
esta dança entrou em voga por volta dos séculos XIV e XV. E muito se diz de sua
origem. Seu nome se referiria às tarântulas, muito comuns na região. O ritmo
acelerado da música ajuda na circulação sanguínea, evitando a morte quando
picado por uma destas aranhas.
O ritmo da tarantela é energético,
pode ser acompanhado de palmas e se torna cada vez mais rápido ao longo da
execução. Entretanto, a hipótese mais plausível é em referência à Taranto,
cidade da região da Puglia, ao sul da Itália. Há algumas variações locais da
dança, incluindo a siciliana e a calabresa, mas a tradicional é mesmo a
napolitana.
TAREFA: Para demonstrar o belo
resultado da mistura entre a tradição e a inovação, cada equipe deverá escolher
um casal composto por um aluno e um professor ou funcionário para dançar uma
tarantela napolitana, fornecida pela Comissão.
ENTREGA: Dia 06/07, no decorrer da Festa
“Paz & Amor”.
PONTUAÇÃO: 200 pontos para
tarefa cumprida.
ATENÇÃO: O casal deverá estar
devidamente caracterizado de acordo com a tradição napolitana acima citada.
Cada professor ou funcionário poderá participar
apenas 1 (uma) vez por turno.