25 de junho de 2010

MÚSICA LATINA

El termino 'música latinoamericana' ó su apócope música latina se emplea popularmente para englobar diferentes ritmos y músicas de América Latina y del Caribe hispanohablante.

Este término se empezó a utilizar partir de los años 50 en los EE. UU.. para referirse a los ritmos musicales típicos de America Latina, buscando una diferenciación entre la los estilos de origen afroamericano de los afrolatinoamericanos.

En este sentido, se considera que hacen parte de la música latina, un gran número de géneros: salsa, rumba, bossa nova, la cumbia, el flamenco, el tango, el fado, la milonga, el rock latino; desde la música norteña de México a la sofisticada habanera de Cuba, desde las sinfonías de Heitor Villa-Lobos a los sencillos sonidos de la quena.

El único elemento en común que tienen estas músicas es el uso de los idiomas latinos, predominantemente el español y el portugués de Brasil, aunque en este ultimo país se prefiere el termino música de América Latina.

Extraído de: Música Latina - Wikipedia

O QUE VOCÊ ENTENDE DE CABELO?

Sugestão de leitura: EVOLUÇÃO DAS CABEÇAS, artigo bem interessante, escondidinho nesse site! (clique acima)

Hum, e que tal ouvir uma bela música enquanto lê?

MELHORES MUSICAIS

Houve um tempo, não muito distante, em que os musicais recebiam ataques de gente que os considerava "escapistas". Essas pessoas argumentavam que o gênero contribuía para a alienação do público, desviando sua atenção dos problemas da realidade.

Calma: esse tempo já se foi. Hoje, com a perspectiva que o tempo oferece, nada parece mais equivocado do que a pretensão de criticar algo usando como argumento justamente o que ele talvez exiba de mais atraente.

Afinal, se os musicais romperam as fronteiras dos EUA - onde eles transportaram para as telas o mesmo sucesso que faziam nos palcos - e conquistaram fãs no mundo inteiro, é justamente porque têm a saudável capacidade de levar o público a uma dimensão governada pela fantasia. Não é pouco, mesmo dentro do universo do cinema fantasioso por excelência. A dimensão dos musicais tem uma lógica particular segundo a qual um personagem, no meio de uma cena dramática pode sair cantando e dançando para em seguida, ao final do número, retomar a ação como se nada tivesse ocorrido - e sem que ninguém, na tela ou fora, considere aquilo estranho.

Pode-se falar horas e horas sobre a atração exercida sobre o público pelos musicais, mas nada terá o mesmo efeito que a seqüência final de A Rosa Púrpura do Cairo (1985), obra-prima de Woody Allen. No filme, Cecilia (a garçonete e fã de cinema interpretada por Mia Farrow) vê frustar-se sua história de amor impossível. Ao final, cabisbaixa e solitária entra em uma sala de cinema.

Procurando deixar de lado os problemas da vida real, Cecília começa a prestar atenção ao que está sendo exibido: Fred Astaire e Ginger Rogers dançam ao som de "Cheek to Cheek" de lrving Berlin (uma sequência de O Picolino, 1935, de Mark Sandrich). Aos poucos, seu rosto tristonho se descontrai até adquirir uma expressão de puro encantamento, com a qual Woody Allen encerra o filme.

Quando O Picolino foi lançado, o filme musical ainda era um bebê. A rigor, o gênero havia surgido junto com o próprio som no cinema: O Cantor de Jazz (1917), de Alan Crosland, o primeiro filme falado, era também o primeiro musical, lembrado até hoje pela célebre seqüência cantada por Al Jonson.

Alguns dos principais nomes na história do cinema musical entram em cena na própria década de 1930, como o diretor Busby Berkeley, que Hollywood trouxe da Broadway para injetar vida no gênero. Antes de sua chegada, os filmes resumiam-se a uma câmera estática registrando as coreografias em plano geral, quase como se estivesse no teatro. Berkeley fez uma pequena revolução, dando movimento à câmera e incrementando o uso de cenários. Ao mesmo tempo, surgia Fred Astaire, que formou com Ginger Rogers o mais perfeito e invejado par na história dos musicais. Astaire reinaria sozinho como o dançarino número 1 do cinema até a ascensão, nos anos 40, de Gene Kelly. Coma ressalva de que o estilos de ambos era muito diferente: enquanto Astaire representava o modelo clássico, Kelly incorporava um estilo mais popular e atlético. De qualquer forma, ambos participaram de maneira decisiva da fase de ouro do gênero, nos anos 40 e 50. Coube ao produtor Arthur Freed reunir na Metro-Goldwyn-Mayer os maiores talentos da é época, à frente e atrás das câmeras, para realizar uma sucessão Inigualável de obras-primas: O Pirata (1948), Um Dia em Nova York (1949), A Roda da Fortuna (1953), Gigi (1958).

A era moderna dos musicais no cinema foi inaugurada com Amor, Sublime Amor (1961), de Robert Wise e Jerome Robbins adaptação de um bem sucedido espetáculo da Broadway com trilha sonora excepcional de Leonard Bernstein e Stephen Sondheim. Adaptação de Romeu e Julieta para a Nova York dos anos 50, o filme estabeleceu-se como um marco cujo impacto não foi igualado por nenhum outro musical posterior. O último cineasta a tentar renovar o gênero foi um veterano dos tempos de Arthur Freed MGM, o dançarino e coreógrafo Bob Fosse, que levou o Oscar de direção por Cabaret (1973) e outra indicação por O Show Deve Continuar (1979). Produções recentes como Vem Dançar Comigo (1992), de Baz Luhrman, já não parecem mais capazes de recuperar o charme e o poder de encantamento da época de ouro.

Extraído de: webcine.com.br

COPA DO MUNDO



Informamos que, em virtude da classificação do Brasil na Copa do Mundo, o turno da tarde sairá mais cedo na próxima segunda-feira, dia 28/7.

COMUNICADO

A Rainha de Copas manda avisar...


...que está com saudades do Michael Jackson!

COMISSÃO FELIZ


- Atualizado: Tarefas prontinhas para serem entregues! Quando? Aguarde os últimos acontecimentos!

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