13 de julho de 2012

SEMANA DAS APRESENTAÇÕES



10/7 
(3ª. FEIRA)
TAREFAS 16 E 17 – DANÇA DAS MENINAS
11/7 
(4ª. FEIRA)
TAREFAS 18 E 19 – DANÇA DOS MENINOS
12/7 
(5ª. FEIRA)
TAREFAS 20 E 21 – DANÇA DO CASAL
13/7 
(6ª. FEIRA)
TAREFAS 22 E 23 – DANÇA DA TURMA

6 de julho de 2012

FESTA DE ABERTURA DA GINCANA 2012: “PAZ & AMOR”




Você pode até dizer que sou um sonhador / Mas não sou o único /
E espero que, algum dia, você se junte a nós / E o mundo será como um só 
(John Lennon)
A PROFECIA DO FIM DO MUNDO
Através de estudos sobre o sol, os Maias descobriram que o tempo se comporta de maneira cíclica e não linear. Segundo eles, não apenas a Terra gira ao redor do sol, mas também todo o sistema solar se move em um movimento periódico. Também segundo os Maias, é possível que o mundo acabe em 2012. É o que dizem as Sete Profecias deixadas por eles.
A 1º profecia nos fala do TEMPO DO NÃO TEMPO, um período de 20 anos ou KATUN, dos últimos 20 anos do grande ciclo de 5.125 anos, ou seja, de 1992 até 2012. Os Maias profetizaram que, desde 1992, a humanidade entraria em um período de grandes aprendizagens, de grandes mudanças, que nossa própria conduta de depredação do planeta contribuiria para que estas mudanças acontecessem.
Como o modo que o tempo urge! Vamos aproveitar enquanto é tempo! Na Festa de Abertura da gincana deste ano, a exemplo do Sol, faremos um movimento não linear, cíclico para comemorar os 50 anos da inauguração de nossa escola e os 10 anos da Gincana PK. Vamos retomar os princípios Maias, pedir proteção a seus deuses, para uma viagem no tempo para o passado e para o futuro. Aliás, para uma festa, no TEMPO DO NÃO TEMPO. Começamos com o passado...
OS ANOS 60 E A CONTRACULTURA
Nossa escola foi inaugurada numa época em que vários países ocidentais deram uma guinada à esquerda no início da década, com a vitória de John Kennedy nas eleições de 1960 nos EUA, da coalizão de centro-esquerda na Itália em 1963 etc No Brasil, João Goulart virou o primeiro presidente trabalhista com a renúncia de Jânio Quadros. A década de 60 representou, no início, a realização de projetos culturais e ideológicos alternativos lançados nos anos 50, marcados por uma crise no moralismo rígido da sociedade. Em oposição a esse sistema, surgiu a contracultura.
Contracultura foi um movimento que teve seu auge na década de 1960, quando teve lugar um estilo de mobilização e contestação social e utilizando novos meios de comunicação em massa. Jovens inovando estilos, resumido como uma cultura underground, cultura alternativa ou cultura marginal, focada principalmente nas transformações da consciência, dos valores e do comportamento, na busca de outros espaços e novos canais de expressão para o indivíduo e pequenas realidades do cotidiano, embora o movimento hippie, que representa esse auge, almejasse a transformação da sociedade como um todo, através da tomada de consciência, da mudança de atitude e do protesto político.
OS HIPPIES E A DEFESA DA PAZ & DO AMOR
Os hippies eram parte do movimento de contracultura dos anos 1960, tendo relativa queda de popularidade nos anos 1970 nos EUA. Embora, tenha tido muita foraça em países como o Brasil somente na década de 1970.
O início do movimento Hippie foi marcado pelo festival de música Woodstock, evento no qual as pessoas já mostravam uma visão de mundo diferente daquilo que era padrão na década de 50. Ousadia e liberdade foram elementos que caracterizaram as mudanças que ocorreram no visual e no comportamento das pessoas. Na época em que as tendências surgiram, o mundo estava à mercê da Guerra do Vietnã e os hippies aclamavam por “paz e amor”.
O lema "Paz e Amor" sintetiza bem a postura política dos hippies, que constituíram um movimento por direitos civis, igualdade e anti-militarismo nos moldes da luta de Gandhi e Martin Luther King, embora não tão organizadamente, mantendo uma postura mais anárquica do que anarquista propriamente, neste sentido.
Como grupo, os hippies tendem a viver em comunidades coletivistas ou de forma nômade, vivendo e produzindo independentemente dos mercados formais, usam cabelos e barbas mais compridos do que era considerado "elegante" na época do seu surgimento. Muita gente não associada à contracultura considerava os cabelos compridos uma ofensa, em parte por causa da atitude iconoclasta dos hippies, às vezes por acharem "anti-higiênicos" ou os considerarem "coisa de mulher".
Os Hippies não pararam de fazer protestos contra a Guerra do Vietnã, cujo propósito era acabar com a guerra. A massa dos hippies eram soldados que voltaram depois de ter contato com os Indianos e a cultura oriental que, a partir desse contato, se inspiraram na religião e no jeito de viver para protestarem.
Foi através do contato com a mentalidade oriental que os hippies tomaram contato com as ideias da “Era de Aquarius”, tão bem ilustrada na principal canção do musical Hair, que se aprofunda nas discussões do período. Desde o interesse apresentado pelos hippies ainda nos anos 1960, muitas declarações sobre a Era de Aquário  podem ser encontradas, mas poucas nos dizem o que, exatamente, ela anuncia. 
A ERA DE AQUARIUS
Em publicações atuais, frequentemente, deparamos com afirmações de que a Era de Aquário já começou, que vai durar um certo período de tempo, que ela é o resultado de um fenômeno astronômico ou astrológico, que tem determinadas características, ou que, sob sua influência, o homem estará capacitado a realizar certos trabalhos específicos.
Olhando para trás podemos ver um período de quase cem anos, no qual o Sol viajou, por precessão, pouco mais de um grau na órbita até Aquarius e constatamos que, durante esse tempo, produziu uma grande mudança em muitas ideias, ocorreram novos descobrimentos, avanços científicos e muito mais inovações em todos os campos de atividade do que nos últimos dois mil anos. Consideremos algumas das invenções deste último século: o telefone, o telégrafo, o radar, a televisão, computadores e a complicada maquinaria das viagens espaciais. Isto e milhares de outras invenções são indicadores no mundo físico, da aproximação da Era Aquariana.
No entanto, a Era de Aquário  ainda não começou, apesar de sentirmos já a sua influência e tardará ainda mais uns 600 anos até que chegue realmente, ou seja, isto acontecerá por volta do ano 2.600 da Era Cristã. Segundo os estudiosos, quando o homem chegar a esta data, estará tão iluminado que poderá evitar muitas "quedas" que lhe causam tanto sofrimento e perturbação, e desfrutará uma existência muito mais ditosa do que a que tem atualmente. Será capaz de resolver problemas sociais em forma equitativa para todos e o uso de maquinaria e instrumentos aperfeiçoados livrarão as pessoas, em grande parte, de tarefas físicas pesadas e dar-lhe-ão uma melhor oportunidade para progressos intelectuais e espirituais. Mais ou menos, o que tentamos fazer nessa gincana... 

5 de julho de 2012

TAREFA 27 – “DOCE JUBILEU OU O QUE NÃO PODE FALTAR NA FESTA”


Os bolos são um dos componentes principais das festas, como as de aniversário e casamento, por vezes ornamentados artisticamente e ocupando o lugar central da mesa. No entanto, também são feitos para serem comidos em lanches ou no café-da-manhã.
Muitas vezes, os bolos são decorados com uma cobertura, frutas secas ou cristalizadas, que podem ainda ser incluídas na massa e alguns ornamentos artificiais, que podem ou não ser comestíveis (os noivos de um bolo de casamento são muitas vezes de plástico, assim como as letras "Feliz aniversário" e as velas).
Acredita-se que a elaboração de bolos exista desde o Egito Antigo na forma de pães adoçados com xarope de frutas, tâmaras, passas. Os antigos gregos e romanos o aperfeiçoaram, Nero, por exemplo, os apreciava. A real diferença entre pães e bolos só veio a ser caracterizada durante o Renascimento. A denominação teria vindo de bola e os bolos teriam formas associadas à lua.
O primeiro bolo alto, de andares, teria sido feito para o casamento de Catarina de Médici com Henrique II da França em 1533. Em 1568 na Alemanha, no casamento de Guilherme da Baviera com Renata de Lorena (França), o bolo tinha mais de 3 metros da altura e dele saiu Ferdinando da Áustria. No reinado da Rainha Vitória I do Reino Unido houve muitas festas com bolos de até 200 kg com 2 metros de altura. As velas usadas nos bolos de aniversário são originadas da Grécia Antiga, das festas de Ártemis no dia 6 de cada mês do Calendário egípcio. Evocavam rituais mágicos para fazer pedidos.

TAREFA: Cada equipe deverá trabalhar com sua “irmã” para caracterizarem 1 (uma) dupla  de alunos (um de cada turma) como “bolo de jubileu da escola” e “mestre-cuca”.
ENTREGA: Durante a manhã, no dia 07/07 (paralelamente aos jogos).
IMPORTANTE: A equipe branca poderá escolher qualquer um dos dois “personagens” para caracterizar. Mas, apenas um!
PONTUAÇÃO: 100 pontos para tarefa cumprida. (1ª. parte da tarefa)
                              100 pontos para tarefa cumprida. (2ª. parte da tarefa. RELÂMPAGO, no dia)

TAREFA 26 – “DIA DO LIVRO”

O Dia Nacional do Livro Infantil é comemorado em 18 de abril porque foi nessa data, no ano de 1882, que nasceu Monteiro Lobato, criador da literatura infantil no Brasil. São dele as obras Reinações de Narizinho, Emília no país da gramática, O saci, Viagem ao céu. Nesses e em outros livros, as conhecidas e queridas personagens do Sítio do Picapau Amarelo - Pedrinho, Narizinho, a boneca Emília, Tia Nastácia e D. Benta, Visconde, Saci-Pererê, Marquês de Rabicó, a Cuca, entre outros, fazem a criançada viajar num mundo de fantásticas aventuras.
As histórias de Monteiro Lobato, dos grandes escritores nacionais e estrangeiros e toda a cultura que o homem transmite de geração a geração você encontra nos livros. É por isso que eles são tão valorizados pelos povos do mundo todo. Ler é como fazer uma viagem à terra das aventuras, à terra da ciência, à terra dos sonhos, à nossa terra.
Se pudermos conviver com livros de que gostemos, que sentimos prazer em ler; se tivermos pais, amigos, professores e bibliotecários que nos incentivem e orientem na leitura; bibliotecas públicas e escolares organizadas e em quantidade, passaremos a gostar de ler. Esse gosto representa uma grande conquista.
Para valorizar o livro e a leitura, o governo brasileiro criou em 1966, o Dia Nacional do Livro, que é o mesmo dia em que D. João VI criou a Biblioteca Nacional, 28 de outubro de 1810. Em 1980, através de decreto, a comemoração foi ampliada, criando-se a Semana Nacional do Livro que se estende de 23 a 29 de outubro.
Não existe melhor veículo de cultura que o livro, e o grau de civilização de um povo pode ser medido pela quantidade e qualidade dos livros que lê. O livro é o meio principal e insubstituível da difusão da cultura e transmissão do conhecimento, do fomento à pesquisa social e científica. Lendo, conhecemos os fatos e o pensamento de vários escritores, o que virá contribuir para a formação da nossa personalidade e, por conseguinte, da nossa atitude diante do mundo.

TAREFA: Em comemoração aos 130 anos do nascimento de Monteiro Lobato, cada equipe deverá escolher uma de suas meninas para se caracterizar como a personagem Emília, do universo criado pelo escritor na série de livros do “Sítio do Picapau Amarelo”.
ENTREGA: Durante a manhã, no dia 07/07 (paralelamente aos jogos).
IMPORTANTE: A personagem Emília já recebeu diversas caracterizações na tevê, no cinema, nos quadrinhos, em desenho animado. Algumas até diferentes da descrição dada por seu criador. Por isso, crie sua boneca de pano gente!
PONTUAÇÃO: 100 pontos para tarefa cumprida. (1ª. parte da tarefa)
                              100 pontos para tarefa cumprida. (2ª. parte da tarefa. RELÂMPAGO, no dia)


4 de julho de 2012

PARA PENSAR SOBRE A DANÇA DOS MENINOS



POR UM CONCEITO DE CULTURA!


A cultura é dinâmica. Como mecanismo adaptativo e cumulativo, a cultura sofre mudanças. Traços se perdem, outros se adicionam, em velocidades distintas nas diferentes sociedades.
Dois mecanismos básicos permitem a mudança cultural: a invenção ou introdução de novos conceitos, e a difusão de conceitos a partir de outras culturas. Há também a descoberta, que é um tipo de mudança cultural originado pela revelação de algo desconhecido pela própria sociedade e que ela decide adotar.
A mudança acarreta normalmente em resistência. Visto que os aspectos da vida cultural estão ligados entre si, a alteração mínima de somente um deles pode ocasionar efeitos em todos os outros. Modificações na maneira de produzir podem, por exemplo, interferir na escolha de membros para o governo ou na aplicação de leis. A resistência à mudança representa uma vantagem, no sentido de que somente modificações realmente proveitosas, e que sejam por isso inevitáveis, serão adotadas evitando o esforço da sociedade em adotar, e depois rejeitar um novo conceito.
O 'ambiente' exerce um papel fundamental sobre as mudanças culturais, embora não único: os homens mudam sua maneira de encarar o mundo tanto por contingências ambientais quanto por transformações da consciência social.
A cultura popular é o resultado de uma interação contínua entre pessoas de determinadas regiões e recobre um complexo de padrões de comportamento e crenças de um povo. Nasceu da adaptação do homem ao ambiente onde vive e abrange inúmeras aréas de conhecimento: crençasartesmorallinguagemideiashábitostradições, usos e costumesartesanatosfolclore, etc.
É o que diferencia e classifica um povo, é o que dá o tom e a cor a uma dada sociedade e abrange um modo de vida. Uma opinião amplamente sustentada é a de que a cultura popular tende a ser superficial. Os itens culturais que requerem grande experiência, treino ou reflexão para serem apreciados, dificilmente se tornam itens da cultura popular.
Ao contrário da 'cultura de elite', a cultura popular surge das tradições e costumes e é transmitida de geração para geração, principalmente, de forma oral. O conteúdo da cultura popular é determinado em grande parte pelas indústrias que disseminam o material cultural, como por exemplo as indústrias do cinema, televisão e editorais, bem como os meios de comunicação. No entanto, a cultura popular não pode ser descrita como o produto conjunto dessas indústrias; pelo contrário, é o resultado destas.
O mais importante na arte popular, ou cultura popular, não é o objeto produzido, mas sim o artista, o povo, a periferia, isso faz com que a arte popular seja contemporânea ao seu tempo.
“A obra de arte popular constitui um tipo de linguagem por meio da qual o homem do povo expressa sua luta pela sobrevivência. Cada objeto é um momento de vida. Ele manifesta o testemunho de algum acontecimento, a denúncia de alguma injustiça”.
É ao mesmo tempo conservadora e inovadora, ligada a tradição, mas com os novos elementos que surgem com o tempo. A inspiração da cultura popular vem dos acontecimentos corriqueiros. Diferente da cultura erudita, que é aquela ensinada nas escolas, e que as vezes é vista como um “produto” e faz parte de uma elite.
Ao ver a cultura como algo amplo, sem ser um produto, chega-se a conclusão que toda cultura é por definição popular. Não existe cultura pertencente a um unico grupo social, toda cultura é baseada em fatos históricos sociais que implicam na formação cultural e na aceitação de valores e costumes.
A cultura de massa tem múltiplas origens. É alimentada principalmente à custa das indústrias que têm lucros a inventar e promover material cultural. Entre elas, encontram-se a indústria da música popular,cinematelevisãorádio, bem como editoras de livros e jogos de computador.
Uma segunda fonte da cultura popular, muito diferente da primeira, é o folclore. Inclusivamente, no mundo pré-industrial, a cultura de massa como hoje é entendida não existia, existindo, no entanto, uma cultura folclórica. Esta camada anterior de cultura ainda persiste na nossa sociedade, seja, por exemplo, em forma de anedotas ou de calão, as quais se espalham pela população de boca em boca, tal como sempre aconteceu.
Apesar de ser repetidamente mortificado pelos abastecedores de cultura comercial, o público tem os seus próprios gostos e nem sempre são previsíveis quais os itens culturais a ele vendidos que obterão sucesso. Este ponto forma outro ingrediente da cultura de massa. Por outro lado, as crenças e opiniões acerca dos produtos da cultura comercial são espalhados de boca em boca, sendo modificadas no processo, tal e qual como o folclore.
Uma fonte diferente de cultura popular são as comunidades profissionais que providenciam fatos ao público, frequentemente acompanhados por interpretação. Estas incluem os media de notícias, bem como as comunidades científicas e académicas. O trabalho de cientistas e acadêmicos é usualmente minado pelos media de notícias e é transmitido ao público com ênfase em pseudo-fatos com poder para impressionar ou outros itens com atração inerente.
Tanto os fatos acadêmicos como as histórias das notícias são modificadas pela transmissão folclórica, sendo por vezes transformadas em perfeitas falsidades, conhecidas por mitos urbanos. Por outro lado, muitos dos mitos urbanos não têm nenhuma origem factual e foram simplesmente inventados por diversão.

3 de julho de 2012

TAREFA 25 – “ALEGRIA ALHEIA INCOMODA!”


Se porta como louca / Achata bem a boca /
Parece uma bruxa / Um anjo mau /
Detesta todo mundo / Não pára um segundo /
Fazer maldade é seu ideal
(Rita Lee)

As novas versões do videoclipe “Vida de Empreguete” na Gincana PK 2012 fizeram muito sucesso, deram muito o que falar e ela, claro, não gostou nenhum pouco. Ela quem? A cantora Chayenne, que tem medo de perder seu posto. Por quê? Porque ela se acha a melhor e acredita, piamente, que as “Empreguetes” são um subproduto musical e uma classe que não merece ser exaltada. Como somos democráticos, gostamos de dar voz e vez a todos. Por isso, ela também terá sua chance na gincana deste ano. Mas, avisamos: não vai ser fácil para ela ocupar o seu lugar! E é bom que ela saiba também o que andam dizendo por aí alguns críticos especializados:
Ninguém mais duvida de que as empregadas domésticas sejam hoje a melhor representação ilustrativa da ascensão da classe C na teledramaturgia. No seriado “A diarista”, sucesso durante quatro anos na Globo, o universo de uma faxineira (Cláudia Rodrigues) era explorado de outra forma. A história não tratava de mobilidade social, nem a personagem Marinete sonhava com isso.
Hoje na Globo, estão convivendo as três “empreguetes” de “Cheias de charme”, a Nina de “Avenida Brasil”, e a cozinheira de Juliana Paes em “Gabriela”. Todas elas protagonistas. Gabriela encontra uma espécie de príncipe, Nacib (Humberto Martins), mas o sapatinho de cristal das empreguetes inventadas por Filipe Miguez e Izabel de Oliveira para a história das 19h é outro. Elas são valorosas trabalhadoras, colhem os frutos do empreendedorismo, algo mais na moda hoje do que o progresso pelo estudo. Nina é a mais ambígua de todas e nem de longe pode ser considerada uma pura princesa. Mas trabalha na cozinha.
Com isso, fica estabelecida uma interessante sintonia entre as novelas no ar atualmente. Não é coincidência, claro. É a televisão espelhando um fenômeno econômico de hoje. Não que tudo aí, entretanto, signifique uma novidade. As empregadas domésticas são as mesmas gatas borralheiras de todas as histórias mais antigas que todos conhecemos. Esse papel já pertenceu a pobres e indefesas mocinhas em muitas novelas. Talvez a grande diferença esteja na transformação da mocinha. A nova Cinderela está no mercado de trabalho e não depende de ninguém para seu sustento. (Patrícia Kogut – Jornal “O Globo” – em 01/07/12 – Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/posts/2012/07/01/critica-as-cinderelas-da-dramaturgia-452773.asp)

O capítulo desta segunda-feira (25/06) [...] cravou 36 pontos nesta segunda, com 59% de participação. [...]
O fato é que a novela de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira conquistou sua audiência definitivamente. E a tendência é – no mínimo – de continuar no mesmo patamar. A história cativou todos os públicos – e não somente a “nova classe C”, a que se vê retratada na história das três domésticas que viram cantoras famosas. O recorde de audiência de Cheias de Charme comprova: já é a melhor novela das sete horas da Globo dos últimos anos.
Não tem como não se divertir com essa trama tão bem costurada, alto astral, colorida e que nos remete às deliciosas comédias das sete dos anos 80. Cada empregada é diferente entre si não por acaso, justamente para fisgar um leque maior de telespectadores. Penha (Taís Araújo como há tempos não víamos na TV) é a mais pé no chão das três, a que lida melhor com a realidade, a que sonha com uma vida melhor para ela e sua família. Cida (Isabelle Drummond) é a Cinderela que sonha com o amor romântico. E Rosário (Leandra Leal) talvez seja a mais ambiciosa: sonha com o sucesso. São três focos nos quais todos projetam seus desejos e ambições, seus sonhos.
E para completar, uma vilã de história em quadrinhos, divertida, exagerada, e que sempre se dá mal em suas vilanias. A Chayene de Cláudia Abreu é a cereja desse bolo que conclui as razões para o sucesso de Cheias de Charme. Completando os destaques no elenco, está Titina Medeiros, como a engraçada Socorro, cupincha de Chayene. Há muito o público do horário das sete ansiava por uma atração que divertisse e fizesse sonhar ao mesmo tempo. Cheias de Charme é entretenimento do melhor.

TAREFA: Cada equipe deverá trabalhar com sua “irmã” para caracterizarem 1 (um) casal de alunos (um de cada turma) como os cantores Chayene e Fabian, personagens da novela “Cheias de Charme”.
ENTREGA: Durante o recreio de cada turno, no dia 04/07.
IMPORTANTE: A equipe branca poderá escolher qualquer um dos dois cantores para caracterizar. Mas, apenas um!
PONTUAÇÃO: 100 pontos para tarefa cumprida. (1ª. parte da tarefa)
                                 100 pontos para tarefa cumprida. (2ª. parte da tarefa. RELÂMPAGO, no dia)
ATENÇÃO:
Elas voltaram! Cada um dos cantores deverá estar segurando uma placa (tamanho ofício), da cor sorteada, com a identificação da turma (número) dos dois lados. O cabo da placa deverá ser de madeira com 30cm de comprimento. As placas poderão ser feitas de qualquer material de uso escolar, desde que não cedam ao peso/uso. Fiquem ligados: a partir desse dia, elas deverão ser presenças constantes durante a gincana. CAPRICHEM, amadinhos!

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